domingo, 13 de setembro de 2026

Bombeiros Mirins conhecem espécies do Horto Florestal e participam de atividade com sementes

No dia 2 de setembro, o Horto Florestal de Estrela recebeu uma turma especial: 25 alunos do Projeto Bombeiro Mirim, desenvolvido pelo Corpo de Bombeiros Militar de Estrela. A atividade reuniu estudantes do 6º e 7º ano de diferentes escolas da rede pública e particular de Estrela e da região para uma manhã de aprendizado e contato direto com a natureza.

Participaram estudantes da EMEF Odilo Afonso Thomé, EMEF Leo Joas, EEEB Nicolau Mussnich, Colégio Santo Antônio, Colégio Martin Luther e Colégio Teutônia.

A atividade foi conduzida pela coordenadora da Sala Verde, Luana Hermes, com a participação do biólogo Dener Heiermann e do engenheiro agrônomo Eloi Evandro, do Departamento de Meio Ambiente. O encontro também contou com o apoio de Deoclécio Gilmar Vollmer, responsável pelos cuidados e pela manutenção do Horto Florestal.


Conhecer para cuidar

Durante a visita, os Bombeiros Mirins conheceram um pouco mais sobre a importância das árvores e sobre a diferença entre espécies nativas e exóticas. A conversa também apresentou as espécies produzidas no próprio Horto Florestal e o trabalho realizado no espaço.

Conhecer as árvores presentes no município e compreender as características de cada espécie ajuda os estudantes a ampliar o olhar sobre a vegetação que faz parte da paisagem e sobre a importância de preservar e cultivar espécies adequadas para cada ambiente.

Mas a atividade não ficou apenas na conversa.


Mão na massa: extração de sementes

Os estudantes também participaram de uma atividade prática de extração de sementes da Acaranda macrantha. Ao colocar a mão na atividade, os Bombeiros Mirins puderam observar mais de perto uma etapa que muitas vezes passa despercebida: o processo de obtenção de sementes que permite a produção de novas mudas. A experiência aproxima os estudantes de diferentes etapas relacionadas às árvores, desde o conhecimento das espécies e a coleta de sementes até a produção e o plantio de mudas.

Uma muda para levar o aprendizado adiante

Para encerrar a visita, cada Bombeiro Mirim recebeu uma muda de cerejeira cultivada no Horto Florestal para levar para casa. A entrega teve justamente esse objetivo: levar a experiência para além do Horto e incentivar os estudantes a continuar o aprendizado por meio do plantio e dos cuidados com uma árvore.

A atividade mostrou que conhecer uma espécie também pode ser o primeiro passo para entender a importância de cuidar dela. Entre sementes, mudas e árvores já cultivadas, os estudantes puderam acompanhar um pouco desse ciclo e levar para casa a responsabilidade de continuar fazendo parte dele.

Composteira é reativada como espaço de aprendizagem na EMEF Arnaldo J. Diel


A educação ambiental ganhou um novo espaço de aprendizagem na EMEF Arnaldo J. Diel, com a reativação da composteira da escola. A atividade está sendo desenvolvida com duas turmas do 6º ano, dentro da disciplina de Ciências, aproximando o conteúdo trabalhado em sala de aula de uma estrutura que faz parte do cotidiano da comunidade escolar.



A proposta é que os estudantes compreendam como funciona a compostagem, qual é a importância de separar os resíduos orgânicos e o que acontece com esse material ao longo do processo. Ao acompanhar a composteira, os alunos podem observar as diferentes etapas e entender que os resíduos orgânicos podem ter outros caminhos antes de serem simplesmente descartados.

A estrutura também permite que o aprendizado ultrapasse as duas turmas que participam diretamente da atividade. Como a composteira está localizada no pátio da escola e em um espaço de acesso à comunidade escolar, outros estudantes, professores e funcionários também podem observar o processo e conhecer melhor o funcionamento do sistema.

Um espaço para aprender 

A reativação da composteira cria uma oportunidade para trabalhar conceitos de Ciências a partir de uma situação concreta. Em vez de conhecer a compostagem apenas por explicações ou imagens, os estudantes podem acompanhar o processo de perto, observar as mudanças no material e compreender quais cuidados são necessários para que o sistema funcione.

Esse acompanhamento também ajuda a discutir uma questão presente na rotina de qualquer escola: o que acontece com os resíduos orgânicos gerados diariamente?

Ao trazer essa discussão para dentro do ambiente escolar, a composteira passa a ser também uma ferramenta para pensar sobre consumo, descarte, aproveitamento dos resíduos e cuidados com o solo.

O aprendizado não fica restrito à sala de aula

Um dos objetivos da atividade é justamente fazer com que a composteira seja incorporada ao cotidiano da escola. Por estar em uma área comum, ela permite que o processo seja visto por diferentes pessoas ao longo do dia.

Assim, mesmo quem não participa diretamente das atividades com as turmas do 6º ano pode conhecer a estrutura, acompanhar sua evolução e entender por que a escola mantém uma composteira.

A iniciativa busca, dessa forma, transformar a estrutura em um espaço permanente de aprendizagem e observação, aproximando a educação ambiental da rotina escolar e mostrando que o cuidado com os resíduos também pode fazer parte do dia a dia da comunidade.



 

Da merenda à horta: Agentes Mirins Ambientais aprendem mais sobre compostagem

 Os Agentes Mirins Ambientais do contraturno da Escola Senador estão começaram uma nova etapa de atividades voltadas à educação ambiental. Desta vez, a proposta é colocar a compostagem em prática e acompanhar de perto o caminho que os resíduos orgânicos podem percorrer dentro da própria escola.

Com as turmas, a equipe da Sala Verde elaborou vasos compostores que serão utilizados para receber parte dos resíduos orgânicos gerados pela merenda escolar, ou seja, aqueles restos que resultam do que é consumido pelos próprios estudantes e pela comunidade escolar.

A ideia é que os alunos não apenas conheçam o conceito de compostagem, mas possam visualizar o processo, participar das etapas e cuidar do sistema ao longo do tempo, acompanhando as transformações até a produção do adubo. Quando estiver pronto, esse material poderá ser utilizado para adubar a horta da escola, fechando um ciclo que começa na alimentação e retorna para o cultivo.



A atividade também terá continuidade com os Agentes Mirins Ambientais da ASPUME, que participarão do plantio de mudas. Dessa forma, os estudantes poderão acompanhar outra etapa desse ciclo e perceber a relação entre os resíduos orgânicos, a produção de adubo, o solo e o crescimento das plantas.

Pensar o caminho dos resíduos

A atividade dá continuidade a um trabalho que já vinha sendo desenvolvido com os Agentes Mirins. No semestre passado, os estudantes visitaram a Unidade de Triagem e passaram a conhecer mais de perto o caminho percorrido pelos resíduos, desde o descarte até a triagem dos materiais.

Agora, a proposta é ampliar esse olhar.

Se antes os alunos puderam conhecer o que acontece com os resíduos depois que eles saem da escola, a compostagem propõe uma pergunta diferente: e quando o resíduo orgânico pode ter outro caminho?

Ao construir e cuidar dos vasos compostores, os estudantes são convidados a pensar sobre possibilidades de aproveitamento dos resíduos que fazem parte da rotina escolar. Em vez de tratar o resíduo orgânico apenas como algo que precisa ser descartado, a atividade permite observar o que acontece quando ele é separado e encaminhado para um processo de compostagem.

Educação ambiental que continua depois da atividade

O acompanhamento dos vasos compostores também é parte importante da proposta. Os estudantes poderão observar as mudanças ao longo do tempo, compreender as condições necessárias para o funcionamento do sistema e perceber que a compostagem é um processo que exige acompanhamento e cuidado.

Com essa atividade, os Agentes Mirins têm a oportunidade de acompanhar um ciclo completo: o alimento é consumido, o resíduo orgânico é separado, passa pelo processo de compostagem, vira adubo e pode retornar à horta da escola. É uma forma de aproximar a educação ambiental da rotina dos estudantes e mostrar que novas soluções para os resíduos podem começar justamente nos espaços que eles frequentam todos os dias.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Alunos do 9º ano participam de atividade prática no Horto Municipal

Aprender sobre a natureza fica ainda mais significativo quando os estudantes podem observar, experimentar e colocar a mão na terra. Foi com essa proposta que os alunos do 9º ano da EMEF Cônego participaram de uma atividade no Horto Municipal.

A ação foi conduzida pelo biólogo Dener e pelo engenheiro agrônomo Eloi, do Departamento do Meio Ambiente, juntamente com o senhor Deuclécio, responsável pelos cuidados do Horto Municipal.

Durante a visita, os estudantes conheceram algumas das espécies nativas produzidas no espaço e puderam compreender melhor diferentes etapas do desenvolvimento das plantas. A atividade também proporcionou um momento de descoberta a partir de uma vagem de Sesbania virgata.


Os alunos puderam abrir o fruto, retirar as sementes e observar de perto sua estrutura, aprendendo, na prática, a diferença entre fruto e semente. A turma também conheceu um pouco mais sobre a germinação da espécie e descobriu que suas sementes podem apresentar dificuldade para brotar naturalmente, sendo necessário um processo chamado escarificação.

A escarificação consiste em realizar um pequeno desgaste na superfície da semente, neste caso com o auxílio de uma lixa, para facilitar a entrada de água e favorecer a germinação. Mais do que conhecer o conceito, os estudantes puderam participar do processo, preparando as próprias sementes e acompanhando de forma prática como uma pequena intervenção pode fazer diferença no desenvolvimento de uma planta.

A atividade ainda contou com o plantio de mudas, proporcionando aos alunos uma experiência que uniu conhecimento, curiosidade e contato direto com a natureza.


sexta-feira, 31 de julho de 2026

Agentes Mirins Ambientais encerram primeiro semestre com atividades voltadas à educação ambiental

O primeiro semestre de 2026 foi marcado por uma série de atividades teóricas e práticas desenvolvidas com os Agentes Mirins Ambientais, proporcionando aos participantes uma ampla compreensão sobre temas fundamentais para a preservação do meio ambiente.

Ao longo dos encontros, os estudantes construíram conhecimentos sobre recursos hídricos e gestão de resíduos, sempre por meio de metodologias participativas que estimularam a curiosidade, o pensamento crítico e a adoção de atitudes mais sustentáveis no dia a dia.

As atividades iniciaram com a apresentação do projeto e uma dinâmica com quebra-cabeças, que promoveu a integração do grupo e despertou o interesse pelos temas ambientais. Em seguida, os agentes participaram da Trilha da Água, um jogo de tabuleiro que abordou a importância da água, da mata ciliar, do Rio Taquari e das ações necessárias para a conservação dos recursos hídricos.

No eixo dedicado aos resíduos, os participantes aprenderam a diferenciar rejeito, reciclável e orgânico, compreenderam como funciona a coleta seletiva e colocaram em prática a separação correta dos materiais. Também aprofundaram conhecimentos sobre resíduos especiais, ecopontos, logística reversa, economia circular e os Rs da Sustentabilidade. 


A Cartilha do Bem também fez parte das atividades, servindo como material de apoio para discutir temas como responsabilidade compartilhada, consumo consciente e destinação adequada dos resíduos.

Para consolidar os conteúdos trabalhados em sala, os Agentes Mirins Ambientais realizaram visitas técnicas que aproximaram a teoria da realidade. Na Unidade de Triagem e Transbordo (UTL), conheceram o processo de separação dos resíduos do município e compreenderam a importância da coleta seletiva. Já no aterro sanitário, puderam observar o destino final dos rejeitos, reforçando a necessidade de reduzir a geração de resíduos e realizar o descarte correto.


Com o encerramento do primeiro semestre, os Agentes Mirins Ambientais levam consigo novos conhecimentos e uma visão mais ampla sobre o papel de cada cidadão na construção de cidades mais sustentáveis.

As atividades retornam no segundo semestre com uma proposta ainda mais prática. Os próximos encontros abordarão temas como resíduos orgânicos, compostagem, reaproveitamento do óleo de cozinha para produção de sabão e novas vivências em educação ambiental, ampliando a experiência dos participantes e fortalecendo sua atuação como multiplicadores de boas práticas em suas escolas e comunidades.

terça-feira, 28 de julho de 2026

Alunos do CML visitam a UTL e conhecem o caminho dos resíduos após o descarte

A educação ambiental ganha ainda mais significado quando o aprendizado vai além da sala de aula. Foi com esse objetivo que os alunos do Colégio Martin Luther (CML) participaram de uma visita à Unidade de Triagem e Transbordo (UTL), vivenciando de perto o percurso dos resíduos sólidos após o descarte.

Durante a atividade, os estudantes puderam conhecer o funcionamento da unidade, observando como é realizado o processo de triagem dos resíduos coletados no município. A visita proporcionou uma compreensão mais prática sobre a importância da separação correta dos materiais e do papel que cada cidadão desempenha para que a coleta seletiva funcione de forma eficiente.

Ao acompanhar o trabalho realizado na UTL, os alunos também refletiram sobre os impactos que pequenas atitudes do dia a dia podem gerar para o meio ambiente. Separar corretamente os resíduos, reduzir o desperdício e destinar cada material ao local adequado são ações simples que contribuem diretamente para a preservação dos recursos naturais e para a construção de cidades mais sustentáveis.


A Sala Verde agradece ao Colégio Martin Luther pela visita e pela parceria na promoção da educação ambiental, contribuindo para formar cidadãos mais conscientes e comprometidos com o futuro do planeta.


Alunos da EMEF Ruth participam de bate-papo sobre a importância das abelhas

 

Os alunos do 4º ano da EMEF Ruth tiveram uma manhã de muito aprendizado ao participar de um bate-papo especial sobre a vida das abelhas. A atividade foi conduzida pelo engenheiro agrônomo Eloi Evandro Delazeri e surgiu a partir de um trabalho desenvolvido nas aulas de Ciências, despertando ainda mais a curiosidade das crianças sobre esses importantes polinizadores.



Durante o encontro, Eloi explicou o papel fundamental das abelhas para o equilíbrio dos ecossistemas e para a produção de alimentos, destacando como a polinização é essencial para a reprodução de diversas espécies de plantas.

Os estudantes também conheceram mais sobre a organização das colmeias, entendendo como funciona a divisão de tarefas entre as abelhas e qual é o papel desempenhado pela rainha dentro da colônia. Além disso, o agrônomo apresentou os diferentes tipos de abelhas, explicando as características das espécies com ferrão e das abelhas sem ferrão, onde vivem, como se alimentam e sua importância para a biodiversidade.

Outro tema que despertou grande interesse foi o pólen. As crianças aprenderam como ele é transportado pelas abelhas durante a busca por alimento e como esse processo contribui para a polinização das plantas, garantindo a produção de frutos, sementes e a manutenção da vida na natureza.